1) Economia Integrada: Desde a Ford à Dell passando pela Starbucks e muitas outras companhias que foram pioneiras na utilização do “social media”, 2011 será certamente o ano em que estas empresas olharão atentamente para a integração das redes sociais não apenas a nível regional mas também global tendo em conta todas as facetas do negócio desde o marketing até à gestão de crise.
2) Os “tablets” e o “Mobile” e as redes sociais omnipresentes: À medida que a competição aumenta, o mercado é inundado de smartphones melhores e mais baratos e um leque variado de “tablets”. A tecnologia permite ao consumidor estar conectado 24/7 e através de múltiplos e poderosos canais. As redes sociais irão estar presentes “on-the-go” , fora de casa e fora do escritório.
3) Facebook e as potencialidades da localização: Se 2010 foi o ano da Foursquare e o seu poderoso, competitivo sistema de “badges” e “mayorships”, é expectável que o Facebook em 2011 domine a dinâmica social baseada na localização de uma forma global. Esta plataforma estará definitivamente bem posicionada para responder com inumeros serviços e aplicações úteis ao sucesso de marcas, produtos e serviços.
4) Participação Esquizofrénica nas Redes Sociais: Enquanto o “social media” boom associado à multiplicação de inúmeros perfis sociais em diversas redes não é novo junto dos “tech involved”, muitos dos utilizadores denominados “médios” estão igualmente a experienciarem esta dinâmica social: eles usam o twitter,facebook, g-mail, skype. Enquanto os primeiros já criaram as suas próprias ferramentas para gerir esta socialização, os segundos precisarão de apoio das plataformas , que deverão funcionar cada vez mais integradas, simplificadas e user-friendly
5) Google não os vence, junta-se a eles: Google provou que a melhor forma de vencer o Facebook, Twitter e o resto é fazer aquilo que o Google sabe fazer melhor: é “indexá-los por peças”. O algoritmo do Google torna-se cada vez mais inteligente na análise da informação Twitter. Desta forma tiram partido do mundo social na web associando-se a toda e qualquer informação a que consigam deitar as mãos.
6) Funcionalidade “Social” torna os sites novamente “cool” e na moda. Os sites terão a tendência de servir como “digital hubs” que integram a actividade social de múltiplas plataformas. Por exemplo, a rede social de música da Apple, chamada de Ping integrou recentemente Twitter. A integração é a “palavra de ordem” para ser relevante num mundo social sempre conectado.
http://www.briefing.pt/content/view/8180/10/
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quinta-feira, janeiro 06, 2011
terça-feira, dezembro 28, 2010
Publicidade no Google ou no Facebook?
Um artigo interessante que coloca em discussão as vantagens e desvantagens de fazer publicidade nos motores de pesquisa como o Google (AdWords) e nas redes sociais como o Facebook. A ler e comentar.
terça-feira, junho 30, 2009
publicidade na net
Há duas formas mais comuns de fazer publicidade na internet:
Sou um convicto fã dos googleads, por várias razões, entre as quais estas duas:
- é muito mais eficaz segmentar um anúncio por palavras-chave (ou seja, palavras que se utilizem nos motores de busca) do que por sites.
- não só é mais eficaz como também é mais eficiente: menor custo de contacto (pay per click).
Contudo, há um erro comum nestas pubs. Genéricamente, ao clicar num anúncio, o utilizador vai ter à página da empresa/marca. Qual é o problema? A não ser que o que se estivesse a anunciar fosse mesmo a existência da empresa, o facto de alguém ter carregado no anúncio deu-nos a oportunidade de dar àquele individuo a informação que procura. Não fazendo-o é como dizer: olha este é o nosso site, como te dissemos no anúncio nós temos XXXXXXXxxxxxxXX, procura essa informação que está aqui algures. O mais provável é que se aborreça rapidamente de andar à procura.
Parece óbvio mas não é. Façam vocês uns testes.
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